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Esporotricose: pesquisadores esclarecem sobre a doença, que pode afetar animais e humanos

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA:

ESPOROTRICOSE

É uma micose subcutânea piogranulomatosa, causada pelo fungo Sporothrix schenckii, com ampla distribuição mundial, que acomete também o homem e uma grande variedade de animais. É considerado sapróbio (organismos que se nutrem de matéria orgânica em decomposição) de cascas de árvores e de solos ricos em matéria orgânica e vegetação, crescendo principalmente em locais quentes e úmidos.

FORMAS DE TRANSMISSÃO: A maioria das infecções ocorre por ferimentos causados por espinhos, farpas de madeira, arame, arranhadura, mordedura ou contato direto.
Gatos acometidos e também os sãos possuem nas unhas e na cavidade bucal um grande número de organismos fúngicos.

MANIFESTAÇÃO CLÍNICA: Forma cutânea localizada, cutânea linfática e cutânea disseminada.

SINAIS E SINTOMAS: Lesão ulcerativa na cavidade nasal, parte distal dos membros, cabeça ou base da cauda.
No quadro inicial pode assemelhar-se a feridas devido a brigas, abscessos, lesões de celulite ou com tratos fistulosos que não são responsivas a antibioticoterapia. Essas podem evoluir para lesões ulceradas, crostosas e com exsudatos purulentos.

DIAGNÓSTICO: Principalmente exame clínico, podendo ser confundido com piodermatites, criptococose e carcinoma epidermóide.

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL: Os materiais biológicos examinados são o pus, a escarificação, a biopsia e líquor, em caso de formas mais graves sistêmica ou extracutânea.

TRATAMENTO: A medicação de primeira escolha para esporotricose em gatos é o itraconazol na dose de 10 mg/kg, por via oral a cada 24 horas, sendo o mais tolerado pelos gatos e deve ser continuado por um período de 30 dias após a remissão clínica, tendo um prognóstico favorável se o animal não apresentar envolvimento sistêmico.

OUTRAS MEDICAÇÕES: Iodeto de Potássio e Anfotericina B.

COMPLICAÇÕES: Nos casos mais graves, pode ocorrer a disseminação sistêmica do fungo, com comprometimento principalmente dos pulmões, fígado, baço, ossos e linfonodos, podendo atingir também trato gastrintestinal, sistema nervoso central, olhos, articulações, rins, testículos, etc, levando à letargia, prostração, anorexia e hipertermia e óbito.

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Sent: segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 17:48
To: Cesare, Fausto (GE Aviation)
Subject: [BLOG PROTETORES INDEPENDENTES] Esporotricose: pesquisadores esclarecem sobre a doença, que pode afetar animais e humanos

Fonte: https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/esporotricose-0

Causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais e humanos. Desde o final da década de 1990, no Estado do Rio de Janeiro, tem sido grande a ocorrência da doença em animais, especialmente em gatos. Humanos também podem ser contaminados. Há tratamento para a micose, e o diagnóstico dos animais já pode ser feito na maioria das clínicas veterinárias. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu animal sem colocar em risco a própria saúde. São essas algumas das orientações dos veterinários que estudam o agravo. Na Fiocruz, o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec) é a unidade que pesquisa a esporotricose; foram alguns de seus pesquisadores que responderam às perguntas abaixo, selecionadas a partir das questões mais frequentes enviadas ao Fale Conosco.

Quais são os principais sinais clínicos e sintomas da esporotricose?

Nos gatos, as manifestações clínicas da esporotricose são variadas. Os sinais mais observados são as lesões ulceradas na pele, ou seja, feridas profundas, geralmente com pus, que não cicatrizam e costumam evoluir rapidamente. A esporotricose está incluída no grupo das micoses subcutâneas.

A esporotricose atinge quais animais? Como é o contágio?

Embora a esporotricose já tenha sido relacionada a arranduras ou mordeduras de cães, ratos e outros pequenos animais, os gatos são os principais animais afetados e podem transmitir a doença para os seres humanos. O fungo causador da esporotricose geralmente habita o solo, palhas, vegetais e também madeiras, podendo ser transmitido por meio de materiais contaminados, como farpas ou espinhos. Animais contaminados, em especial os gatos, também transmitem a doença, por meio de arranhões, mordidas e contato direto da pele lesionada.

A esporotricose se manifesta em humanos?

Sim. O homem pega o fungo geralmente após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira. Outra forma de contágio são arranhões e mordidas de animais que já tenham a doença. Ou o contato de pele diretamente com as lesões de bichos contaminados. Mas, importante: isso não significa que os animais doentes não devam ser tratados. Pelo contrário. A melhor solução para evitar que a doença se espalhe é cuidar dos animais doentes, adotando, para isso, algumas precauções simples, como o uso de luvas e a lavagem cuidadosa das mãos.

Como é possível identificar a esporotricose em humanos?

A doença se manifesta na forma de lesões na pele, que começam com um pequeno caroço vermelho, que pode virar uma ferida. Geralmente aparecem nos braços, nas pernas ou no rosto, às vezes formando uma fileira de carocinhos ou feridas. Como pode ser confundida com outras doenças de pele, o ideal é procurar um dermatologista, que vai fazer o diagnóstico adequado.

Os gatos podem transmitir esporotricose para as pessoas?

Sim, por meio de arranhões, mordidas e contato direto com a lesão. Por isso é importante que o diagnóstico seja feito rapidamente e que o animal doente receba o tratamento adequado. Animais doentes não devem nunca ser abandonados. Se isso acontecer, eles vão espalhar ainda mais a doença. Caso suspeite que seu animal de estimação tenha esporotricose, você deve procurar um médico veterinário, que vai orientá-lo sobre como cuidar dele sem correr o risco de ser também contaminado.

É possível que um gato doente contamine outros animais que convivem no mesmo ambiente, como uma casa, quintal ou apartamento?

Sim. Por isso é aconselhável isolar o gato do contato com outros animais, separando-o num ambiente próprio, para que receba os cuidados de que necessita sem comprometer a saúde dos outros bichos da casa. Outro cuidado muito importante: em caso de morte do animal com esporotricose, é essencial que o corpo seja cremado, e não enterrado. Isso porque a micose pode se espalhar pelo solo, espalhando a doença entre outros animais.

Que cuidados podem evitar a transmissão?

Uma boa higienização do ambiente pode ajudar a reduzir a quantidade de fungos dispersos e, assim, novas contaminações. É também importante não manusear demais o animal, usar luvas e lavar bem as mãos. Em caso de morte dos animais doentes, não se deve enterrar os corpos, e sim incinerá-los, para evitar que o fungo se espalhe pelo solo.

Onde levar um gato com suspeita de esporotricose para ser atendido?

O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. No Rio de Janeiro, o animal pode ser encaminhado à Unidade de Medicina Veterinária da Prefeitura, que presta atendimento de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com distribuição de números por ordem de chegada. Para mais informações acesse o site www0.rio.rj.gov.br/ijv .

A Fiocruz, por meio do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec), também oferece atendimento. No entanto, o serviço já está trabalhando com sua capacidade de atendimento esgotada, devido ao excesso de procura nos últimos meses. Isso significa que, por ora, a Fiocruz não pode atender a novos casos.

Por sua vez, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman também pode contribuir com informações. O IJV fica na Avenida Bartolomeu Gusmão 1.120, em São Cristóvão, Rio de Janeiro. O contato é: ijv .

Sugerimos ainda o contato com a Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais:
Telefone geral: (21) 3402-0388 (Centro de Proteção Animal);
Ouvidoria de atendimento: 3402-5417;
Administração no Centro Administrativo São Sebastião (CASS): 2292-6516;
Prefeitura: 1746;
Unidade Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (UJV): ijv

E o atendimento às pessoas, onde é feito?

A população pode procurar clínicas e ambulatórios de dermatologia. O Ipec/Fiocruz atende pessoas com doenças infecciosas e parasitárias, inclusive da pele. Porém, para ser atendido é necessário comparecer ao ambulatório portando um encaminhamento médico que especifique a razão do atendimento.

Se há alguma lesão, o paciente pode comparecer até as 10h no Ambulatório do Ipec (às terças, quartas e quintas-feiras) e, tendo vaga, haverá atendimento.

Informamos ainda que os dias de atendimento podem variar de acordo com o período de férias dos médicos, desta forma sugerimos que ligue antes para o número (21) 3865-9506.

Para qual órgão devo comunicar que existem casos de esporotricose na região onde moro?

Ao Centro de Controle de Zoonoses do seu município. No Rio de Janeiro, o telefone é (21) 3395-1595. Caso não exista um setor como esse no seu município, sugerimos que comunique o caso à Secretaria de Saúde, pois é uma doença que pode contaminar os seres humanos.

Outro contato pode ser feito com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, pelo telefone 1746 ou no site http://www.1746.rio.gov.br/servicos.php.

Qual o tratamento indicado para gatos? E para humanos?

O tratamento recomendado, na maioria dos casos humanos e animais, é o antifúngico itraconazol. A dose a ser administrada deve ser avaliada pelo veterinário, de acordo com a gravidade da doença. Mas, dependendo do caso, outros fármacos podem ser usados.

Como conseguir o medicamento? A Fiocruz oferece gratuitamente?

É possível comprá-lo em farmácias de todo o país. O fornecimento de medicamentos pela Fiocruz é restrito àqueles pacientes que estão regularmente matriculados, bem como aos animais que estão em acompanhamento no Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos.

Onde posso conseguir o medicamento por um preço reduzido?

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos citaram a Ultrafarma (www.ultrafarma.com.br), que tem como foco a venda de medicamentos genéricos, como alternativa no mercado. Entre em contato com a empresa para verificar a disponibilidade do medicamento.

Quanto tempo dura o tratamento?

Dependendo do caso, o tratamento pode durar meses ou mais de um ano. É muito importante que o tratamento seja seguido à risca.

É contagiosa apenas por contato ou o fungo também pode ser transmitido pelo ar?

A transmissão do fungo através da inalação é possível, mas é rara.

Já existe ou está sendo desenvolvida alguma vacina contra a esporotricose?

Não existe vacina contra esporotricose, mas alguns estudos vêm sendo desenvolvidos.

Existe transmissão entre humanos? Ou seja: uma pessoa com esporotricose pode transmiti-la para outra?

Não há registros de casos deste tipo de transmissão. Pelo que se sabe, as pessoas só contraem a doença pelo contato com meios ou animais contaminados.

Para mais informações, localização e contato:
Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas
Avenida Brasil 4.365 – Manguinhos, Rio de Janeiro
Contatos:
Atendimento Pessoas: (21) 3865-9506
Fax: (21) 2290-4532
http://www.ipec.fiocruz.br

https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/esporotricose-0

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CUIDADOS COM OS OUVIDOS DOS GATOS

Por Aristeu Pessanha Golçalves, Médico Veterinário, Publicado na Revista Pulo do Gato, versão online, link original http://www.revistapulodogato.com.br/pulodogato/materia_online_higienizacao_auricular.php

Ter um animalzinho em casa é uma grande responsabilidade, principalmente no quesito saúde. Tanto o cachorro quanto o gato estão sujeitos a vários micro-organismos que causam doenças como a otite, uma inflamação no ouvido que, quando não tratada corretamente, pode levar à surdez. Naturalmente, os ouvidos de cães e gatos apresentam bactérias e fungos que, em condições normais, não trazem dano algum. Mas o aumento de umidade, a falta de ventilação adequada, irritações ou traumas são fatores que contribuem para a proliferação de bactérias e fungos e, consequentemente, o aparecimento dessa inflamação. A simples limpeza pode prevenir a otite. Nos casos mais graves, a técnica de lavagem otológica faz-se necessária. Nos casos crônicos é necessário o uso de medicação apropriada e, somente em algumas situações, a cirurgia torna-se uma opção.

Entre as causas que podem levar à otite estão o excesso de produção de cera no ouvido e também alergias e doenças de pele. Entretanto, não há motivo para pânico, pois existem alguns cuidados específicos que, se seguidos, podem prevenir e proteger nossos pets de tais problemas. São eles:

Na hora do banho, proteja os ouvidos do seu animalzinho com um chumaço de algodão seco. O objetivo é evitar a entrada de água no conduto auditivo, ambiente ideal para proliferação de bactérias e fungos.

Evite arrancar os pelos que nascem no interior dos ouvidos(prática comum em alguns locais de banho e tosa).

veterinario gatos caxias 137Promova limpeza para a retirada do excesso de cera com produtos apropriados uma vez por semana ou a cada 15 dias, que pode ser realizada após o banho. A limpeza deve ser feita com a aplicação de um produto próprio para esta limpeza (um ceruminolítico), produto este que vai agir dissolvendo a cera, ajuda a reduzir a umidade, hidrata o conduto e tira o mau cheiro; administre o produto nos condutos auditivos, massageie, deixe o gato sacudir a cabeça, e mais ou menos 10 minutos após a aplicação do produto, realize a limpeza com um algodão seco no dedo que é introduzido no canal auditivo para remover o produto e a cera dissolvida; faça com suaves movimentos de rotação para a limpeza do conduto. Com algodão e o dedo você nunca vai machucar seu amigo, mas NUNCA use cotonete porque você pode machucá-lo!

▪ Fique atento aos sinais iniciais da otite: coçar a região do ouvido e sacudir a cabeça com frequência.

▪ Consulte um veterinário que irá identificar a causa da doença e indicar uma medicação de uso tópico (no interior dos ouvidos), que pode ser complementada por medicação oral, caso seja necessário. O exame citológico é primordial para o tratamento da doença.

http://blogfelino.wordpress.com/2013/01/09/cuidados-com-os-ouvidos-dos-gatos/

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Cientista mistura genes e cria gato com aparência de lobisomem


12/02/2014 10:32

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GLOBO RURAL

O telefone deJohnny Gobble não para de tocar. Isso porque o norte-americano, cientista e criador de gatos, é o responsável pelo desenvolvimento de uma nova raça de felinos domésticos: aLykoi.Misturando genes de raças distintas, Gobble criou umgatinho com aparência de lobisomem e comportamento dócil de cão.

O cientista, no entanto, faz questão de deixar claro que não houve intervenção humana na criação da raça."Estou simplesmente usando a genética dos processos naturais", disse Gobble sobre sua experiência, que está recebendo críticas de defensores dos animais.

Umsite oficial foi criado pelo americano para esclarecer qualquer dúvida que possa surgir a respeito do novos gatos.De acordo com Gobble, quando os primeiros gatinhos da raça Lykoi nasceram, especialistas daUniversidade do Tennesseeos examinaram para verificar a presença de doenças ou anomalias genéticas. Após a confirmação de que os animais eram completamente saudáveis, outros criadores foram convidados a investir na reprodução da raça.

Atualmente, 14 gatos do tipo Lykoi vivem nos Estados Unidos. Gobble aguarda uma resposta dereconhecimento da nova raça pela "The Cat Association International" para começar a vender os animais.O criador já sabe que, se autorizada, a novidadefará grande sucessoentre os apaixonados por gatos. Ele recebe cerca de dez ligações por dia de interessados em adquirir um Lykoi.

http://www.jcorreio.com.br/

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ALERTA – BICARBONATO DE SODIO E GATOS – FATAL

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Dia Mundial do Gato

Dia do Gato

Santa Gertrudes de Nivelles ,
padroeira dos jardineiros
protetora da felina raça,
Abriga (…nome do gato…) de todo o mal,
E de toda e qualquer dor.
Proteja-o das pessoas maldosas,
E mantém-no sempre em segurança e ao calor.

Toma conta de (… nome do gato…) dia após dia,
E leva-lo de volta ao lar quando ele se extravia.
Concede-lhe muita felicidade e saúde,
E uma boa vida, livre de dificuldade.
Que assim seja

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O que os gatos pensam de nós?

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Eles estão junto a nós por 9.500 anos, existem cerca de três gatos para cada cachorro no mundo (e provavelmente uma infinidade de vídeos online sobre gatos para cada um sobre cachorro), e nós ainda sabemos muito pouco sobre esses felinos que tanto amamos.

Por exemplo, o que eles pensam sobre nós? Segundo o especialista em comportamento do gato da Universidade de Bristol (Reino Unido) e autor do novo livro “Cat Sense” (em tradução livre, “Senso Felino”) John Bradshaw, nossos gatos de estimação não nos entendem como os cães fazem (precisava de um especialista para saber disso?).

“Existem muitas pesquisas sobre cães e como eles interagem com as pessoas. É muito claro que os cães nos veem como sendo diferentes deles: assim que veem um ser humano, eles mudam seu comportamento. A forma como um cão brinca com um ser humano é completamente diferente do jeito que brinca com outro cão”, explica Bradshaw.

O pesquisador já estudou gatos domésticos, livres e em abrigos animais para entender como eles interagem uns com os outros e deduzir sua estrutura social.

“Nós ainda não descobrimos nada sobre o comportamento do gato que sugere que eles nos veem de forma diferente quando estão socializando com a gente. Eles, obviamente, sabem que nós somos maiores do que eles, mas não parecem ter adaptado seu comportamento social. Colocar o rabo no ar, se esfregar em nossas pernas e sentar-se ao nossos lado são os exatos mesmos comportamentos o que os gatos têm um com o outro”, afirma o especialista.

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Será que os gatos se consideram superiores a nós (tenho certeza de que essa é a impressão de muitos donos!)?

De acordo com Bradshaw, provavelmente não. Eles devem pensar que somos desajeitados: os gatos normalmente não tropeçam nas pessoas, mas nós tropeçamos neles. “Mas não acho que eles pensam em nós como seres burros e estúpidos, já que os gatos não se esfregam em um outro gato que é inferior a eles”, diz.

Criaturas inteligentes

Os gatos são animais muito inteligentes. Eles aprendem especificamente como seus proprietários são e podem tentar usar sons para conseguir o que querem. Geralmente, eles aprendem o que funciona com cada pessoa na casa em que vivem. Eles sabem que um membro da família é mais propenso a se levantar às 4 da manhã para dar-lhes comida, por exemplo.

Isso não significa que eles sempre vão nos escravizar, e que não temos chances de dominá-los (eu sei, você já tinha perdido as esperanças). Bradshaw argumenta que gatos podem aprender o que não devem fazer.

“Se o seu gato tiver desenvolvido um hábito [de subir na mesa da cozinha, por exemplo] que você não gosta, existem maneiras limitadas de evitá-lo. Você poderia usar um brinquedo de mola, de modo que quando o gato pulasse em cima de alguma coisa, o brinquedo também saltasse no ar – o gato não gosta disso e volta para baixo. Outra estratégia razoavelmente benigna é a utilização de uma pistola d’água. Mas certifique-se de que o gato não perceba que é você que a está usando. Os gatos não perdoam, e uma vez que eles percebem que uma pessoa está lhes causando ansiedade ou mágoa, eles mantêm distância”, esclarece.

Alerta importante

Muitos gatos de estimação podem ficar estressados sem seus proprietários perceberem, e isso afeta a qualidade de suas vidas mentais e sua saúde.

Bradshaw explica que nem sempre gatos se dão bem com outros gatos. Os donos não devem forçar um relacionamento entre seus bichos de estimação, se tiverem mais de um.

Problemas comuns em gatos, como dermatite e cistite (inflamação da bexiga), também são agravados pelo estresse psicológico.
Uma solução é examinar o estilo de vida social do gato. Por exemplo, isso pode significar certificar-se de que dois gatos que não se dão bem vivam em lados opostos da casa. Muitas vezes o problema desaparece. Veja outras dicas aqui.

Por fim, fica a mensagem de Bradshaw para os donos de gatos: “Reconheça que os gatos são animais sociáveis até certo ponto, mas não são sociáveis na medida em que os cães são. Muitas pessoas que têm um gato decidem que gostariam de ter outro, achando que dois gatos são duas vezes mais divertido. Mas os animais podem não ver dessa forma”. [NatGeo]

http://hypescience.com/

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Formigas nos pratinhos – o que fazer???

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Wagner borges :passagem de um gato para …

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Dicas para gateiros

Como fazer brinquedo para gatos

Posted: 02 Feb 2014 11:52 AM PST

Esse vídeo mostra como fazer um brinquedo que parece ser bem legal, no final mostra o gato entretido brincando com ele.
O material usado e o modo de fazer são bem simples.

Link original do vídeo .

FONTE Dicas para gateiros
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