Monthly Archives: Setembro 2013

Gato de duas faces leva vida normal em Massachusetts, EUA

SEX , 28/6/2013 PRI GATOS

Frank e Louie: apesar dos dois nomes, o gato é um só (não tem dois cérebros, por exemplo) ( Foto: Divulgação)

A maioria dos gatos com duplicação crânio-facial (ou diprosopia) não sobrevive por mais do que algumas horas, mas o caso de Frank e Louie é diferente: ele já completou 13 anos de vida.

Apesar dos dois nomes, o gato é um só (não tem dois cérebros, por exemplo), já que sua condição não foi causada pela união de dois embriões, mas por uma proteína chamada “Sonic Hedgedog Homolog” (sim, o nome da proteína faz referência ao personagem de videogame Sonic). O gato é o mais velho animal a sobreviver nesta condição, o que o colocou no livro dos recordes.

Seu primeiro tutor queria sacrificá-lo e o levou para um hospital-escola veterinário. Uma funcionária, contudo, decidiu adotar Frank e Louie, e o gato vive com ela até hoje em Massachusetts (EUA), junto com outros animais. Apesar de sua condição, Frank e Louie tem uma vida “normal” brincando, comendo e dormindo como todo gato.

Curiosidade: esse tipo de gato é conhecido como “gato Janus”, em referência a um deus romano de duas faces. Fonte: ANDA/ Hype Sience

http://colunas.revistaepocasp.globo.com/farejadorbichos/category/gatos/

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Fotos com alma

cada imagem linda, cheias de ternura para começar bem a semana!

"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles."

( Philip Ochoa )

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Gatos difíceis de capturar

Os gatos podem tornar-se tímidos em relação às armadilhas. Este é um dos motivos pelos quais é importante tentar capturar toda a colónia numa só captura, ou no mínimo de capturas possível. É muito mais eficaz fazer uma captura de um dia inteiro do que várias capturas de poucas horas. Quantas mais vezes os gatos virem as armadilhas em funcionamento, melhor vão aprender a evitá-las e a dominar a técnica de remover a comida sem fazerem accionar a armadilha.

Existem várias técnicas que podem ajudar a capturar estes gatos difíceis:

. Habituar os gatos a comer dentro da armadilha. Fazer um curto intervalo nas capturas pode reduzir o medo do gato em relação à armadilha. Durante este período de tempo, disponha as armadilhas como habitualmente, mas sem a porta de transbordo e com a porta de entrada fechada, para que não seja possível accioná-las. Coloque comida de gato junto à porta da frente, de forma a que os gatos entrem livremente pela porta de transbordo, comam a comida e voltem a sair livremente, sem que a armadilha se feche. Poderá colocar um pequeno rasto de comida, desde o exterior da armadilha até ao fundo do interior da mesma, junto à porta da frente, onde colocará a porção maior de comida. Alimente os gatos no mesmo local e à mesma hora de sempre. O objectivo é que os gatos se habituem à presença das armadilhas e deixem de as considerar uma ameaça. Controle as armadilhas enquanto os gatos comem para se assegurar que não são roubadas ou que os gatos não ficam acidentalmente presos. O gato que pretende capturar vai ver os outros gatos a comer livremente dentro das armadilhas e vai certamente fazer o mesmo. Quando estiver preparado para activar a armadilha, não se esqueça de reter a comida por 24 horas.

. Tente usar uma armadilha maior. Alguns gatos sentem-se mais confortáveis ao entrar numa armadilha maior, com uma entrada mais alta e mais larga. Pode também usar uma armadilha multi-capturas ou uma armadilha de cão.

. Torne a armadilha mais cativante. Considere usar algumas iguarias com cheiro intenso como isco:

– Pedaços de comida de boião de bebé (que não contenha cebola)

– Catnip

– Outros petiscos, como atum em lata (ou sangacho de atum), peixe cozido ainda morno, comida de gato enlatada, sardinhas, anchovas, ou frango assado ainda morno (sem ossos).

. Use técnicas de distracção para encaminhar o gato até à comida que está dentro da armadilha. Pode guiar o gato em direcção à armadilha com um ponteiro de laser. Use o ponteiro de laser a uma distância considerável. Outra técnica de distracção é pendurar um pedaço de frango assado num fio por cima da alavanca que acciona a armadilha. O gato irá entrar na armadilha e pisar a alavanca para alcançar o frango.
Coloque a armadilha num local mais reservado ou camufle a armadilha. Mover a armadilha para um local mais sossegado ou mais protegido pode aumentar a confiança do gato ao ponto de ele entrar na armadilha. Pode também tapar a armadilha com a vegetação local. Esconda a armadilha debaixo de um arbusto, ou dentro de uma caixa para que o gato sinta que está a entrar num local escuro. Disfarce a armadilha cobrindo-a com ramos, folhas ou outros materiais naturais. Simplesmente cobrir a armadilha com um tecido escuro ou uma toalha pode ajudar. Certifique-se sempre que o material que usa como cobertura da armadilha não impede que ela seja accionada.

. Retenha a comida por dois dias. Para gatos particularmente difíceis de apanhar, retenha todas as fontes de alimentação por 48 horas, mas não mais do que isso. Nunca retenha a água.
Accione manualmente a armadilha. Ate um fio a um pedaço de madeira ou a uma garrafa e apoie a porta da armadilha nesse objecto. Quando o gato entrar na armadilha, simplesmente puxe o fio para fechar a porta. Pratique accionar a armadilha manualmente antes de tentar capturar o gato.

. Use uma armadilha suspensa (drop trap). As armadilhas suspensas permitem capturar o gato sem o obrigar a entrar num espaço confinado e sem depender dele pisar uma alavanca para serem accionadas. Estas armadilhas são geralmente quadrados largos de madeira coberta com rede que, quando accionados manualmente com um fio, caem em cima do gato. As armadilhas suspensas permitem facilmente a transferência do gato da rede para uma caixa transportadora. A armadilha suspensa é usada em último recurso, uma vez que requer a sua construção ou a aquisição de uma. Se quiser obter instruções para a construção de uma armadilha deste tipo, por favor contacte-nos: geral

. Dê um descanso às armadilhas. Se o gato não for capturado após várias tentativas, faça um intervalo de uma ou duas semanas nas capturas (excepto no caso de o gato estar doente ou ferido). Os gatos que se tornam receosos das armadilhas necessitam de tempo para deixarem de temer entrar nas armadilhas.

Fonte: http://www.animaisderua.org/informacoes/gatos_dificeis_capturar

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A última frase diz tudo.

Confiança não se compra no mercado, ou a gente tem ou não tem.

Para o fotógrafo, captar estas imagens deve ter sido um deleite.

A amizade não é uma relação com alguém a quem conheces por muito tempo,
mas com alguém que você confia,
em quaisquer circunstâncias.

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CATS ARE SO DRAMATIC

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GATO PRETO NÃO DÁ AZAR, DÁ AMOR! – por Martha Follain

GATO PRETO NÃO DÁ AZAR, DÁ AMOR! – por Martha Follain

A trajetória histórica dos gatos pretos no ocidente foi singular, e eles nunca foram vistos com indiferença. Adorados por uns, temidos e execrados por outros, os gatos conseguiram aproximar-se do homem pelas suas qualidades de caçador, sem virar comida. Foram encontrados restos mortais do “felis libyca” durante escavações em Jericó, atual Cisjordânia, provando que o gato já estava ao lado do homem há cerca de sete mil anos atrás.

Há cerca de setenta milhões de anos, quando surgiram os primeiros animais mamíferos na Terra, apareceram os “creodontes”, que se desenvolveram após a extinção dos dinossauros – e a história dos felinos começou com os “creodontes”. Os “creodontes” deram origem aos “miacis”, há cerca de quarenta ou cinquenta milhões de anos. Os “miacis” evoluiram, prosperaram e transformaram-se na moderna família de carnívoros que conhecemos na atualidade. Os gatos partilham com cães, ursos, doninhas, etc. (animais que possuem “almofadinhas” nas patas), o mesmo ancestral comum.

Foram os egípcios o primeiro povo a elevar os gatos a um patamar místico, há 3000 anos atrás. No Egito Antigo os gatos eram reverenciados como deuses. A deusa Bast ou Pasht ou Bastet era representada por uma gata ou pela cabeça de uma gata. Bast era tão importante que, os gatos passaram a ser venerados por todo o Egito. Os egípcios achavam que ter um gato em casa era garantia de muitos filhos na família, porque a deusa Bastet era também a deusa do amor e da fertilidade. Comê-los ou matá-los era considerado um crime. Eram mumificados e enterrados formalmente.

Do Egito, os gatos foram levados para a Itália: na Roma Antiga, já eram considerados símbolos da liberdade e, qualquer representação da deusa da liberdade apresentava um gato repousando a seus pés.

Da Itália espalharam-se pelo restante da Europa, e aí começaram a ser perseguidos, principalmente os pretos, pois a ligação dos gatos com os cultos pagãos desencadeou uma campanha da Igreja Católica contra eles.
Nos mitos escandinavos, que originaram muitas das crenças pagãs, a carruagem de Freyja, deusa do amor e da cura, era puxada por gatos e houve a associação entre os gatos e a própria divindade. O culto a Freyja foi considerado heresia e os membros desta seita severamente punidos com tortura e morte. Como os gatos faziam parte do culto, foram acusados de serem demoníacos, especialmente os pretos.

Na Idade Media a Igreja Católica associou os gatos a satanás e, portanto, às bruxas. Dessa forma, gatos (mais os de pelagem preta), foram perseguidos e sacrificados largamente. O gato é um animal que caça durante a noite e seus olhos brilhantes contribuíram para serem considerados como espíritos diabólicos. A cor preta era a cor das trevas, do mal e das bruxas o que tornou esses gatos os mais perseguidos.

Na Europa o dia de Todos os Santos era “comemorado” pelos cristãos jogando-se na fogueira sacos cheios de gatos vivos. Os supersticiosos acreditavam que as bruxas podiam transformar-se em gatos que, eram então queimados vivos por serem considerados agentes do mal. Se alguém fosse visto alimentado ou ajudando um gato, era denunciado como bruxa ou feiticeiro e era torturado e morto.

A prática de queimar gatos acabou por estender-se a qualquer tipo de comemoração, o que quase dizimou a população felina e, consequentemente, favoreceu a multiplicação de ratos, praga que portava um mal infinitamente superior aos “demoníacos” gatos: a peste bubônica ou peste negra. A peste disseminou-se por toda a Europa.

A peste bubônica, em meados do século XIV, devastou a população europeia. Historiadores calculam que aproximadamente um terço dos habitantes morreu desta doença. A peste negra era transmitida através da picada de pulgas de ratos doentes. Estes ratos chegavam à Europa nos porões dos navios vindos do Oriente e, não havia mais gatos, predadores naturais dos ratos. Além disso, as cidades medievais não tinham condições higiênicas adequadas e, os ratos espalharam-se facilmente. Após o contato com a doença, a pessoa tinha poucos dias de vida.

A incoerente perseguição gerou várias superstições, como a de que cruzar com um gato preto “dá azar”, que o gato é o olho do diabo, etc..

No ano de 1400 os gatos estavam a ponto de desaparecer da Europa, mas recobram-se a partir do século XVII, principalmente por sua habilidade em caçar ratos, causadores de perdas significativas nas lavouras e propagadores de doenças temíveis para o homem, sendo aceitos, novamente, nas casas e nos navios, para acabarem com os roedores.

A partir do século XIX, o gato voltou a ser exaltado – até por escritores como Victor Hugo e Baudelaire.

gatosnabiblioteca.com.br

A cor preta dos gatos é o resultado de mutações genéticas espontâneas, e tem o nome de melanismo. Melanismo é a acumulação do pigmento melanina. Entre os felinos, além dos gatos domésticos, variantes melânicas podem ocorrer no leopardo, na onça pintada (a onça preta e a onça pintada são a mesma espécie), no jaguarundi (é o puma, felino americano) e outras nove espécies. Os animais com melanismo não apresentam doenças associadas. Essa mutação pode ocorrer em vários animais.

Um gato preto é um gato como outro qualquer, apenas com a cor diferente. Porém, é considerado símbolo da má sorte, o que é fruto da ignorância e do preconceito.

Segundo vários sites na internet, são superstições comuns a gatos pretos em diversos países (positivas ou negativas):

“Na Escócia um gato preto no alpendre traz prosperidade;
Na Itália ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte. Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto;
Em Portugal o gato preto que cruza o caminho traz má sorte;
Na Irlanda o gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia;
Na Inglaterra na costa de Yorkshire, as mulheres dos pescadores acreditam que os seus maridos regressarão sãos e salvos do trabalho se mantiverem em casa um gato preto. Entre os pescadores é comum a crença de que os gatos pretos mantidos em casa enquanto saíam para pescar era sinônimo de bom tempo no alto mar. Há quem defenda que o preço dos gatos pretos chegou a aumentar de tal forma que vários marinheiros não tinham dinheiro para comprar um;
Em algumas regiões da Inglaterra acredita-se que oferecer um gato preto à noiva trás sorte;
Na França no Sul deste país, acredita-se que cuidar de um gato preto trás boa sorte;

Na Alemanha um gato que cruza o caminho de uma pessoa da direita para a esquerda é mau presságio, mas da esquerda para a direita é boa sorte;

Na Letônia para os agricultores deste país, encontrar um gato preto nos reservatórios de sementes é uma ótima notícia. Para eles, estes gatos são o espírito de Rungis o Deus da Colheita”.

O gato preto, infelizmente, ainda hoje, é alvo de preconceitos e maus tratos. Em pleno século XXI ainda há quem atribua má sorte a um gato preto, sendo esse um preconceito medieval. E, ainda observa-se grandes absurdos, resultados de total irracionalidade e crueldade do ser humano: por exemplo, nos EUA, na noite do Halloween, que é considerada a “Noite das Bruxas”, em alguns locais, sacrifica-se gatos pretos. No nosso país as sextas feiras 13 ainda são preocupantes em relação a sacrifício de gatos pretos.

As superstições estão, aos poucos diminuindo, mas preta é a cor de pelagem menos preferida pelos adotantes.

Atualmente, os gatos são considerados bichos ideais (amarelos, pretos, rajados, bicolores, brancos, etc.), tanto para apartamentos como casas; não são ruidosos, não precisam ser levados para passear, comem pouco, são extremamente limpos, agradáveis e afáveis, sendo muito companheiros e fiéis a seus tutores. Gatos pretos não trazem azar!

E, quando você adota e ama um animal, qualquer que seja sua cor, naturalmente, você se sentirá a pessoa mais sortuda do mundo!

TEXTO REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL – DIREITOS AUTORAIS – Reprodução permitida, desde que, com todos os créditos da autora e de seu trabalho.

Martha Follain: Formação em Direito, Neurolinguística, Hipnose e Regressão. Terapia Floral de Bach, Aromaterapia, Terapia Floral de Minas, Fitoterapia Brasileira, Cromoterapia, Cristaloterapia, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Terapia de Integração Craniossacral – para animais humanos e animais não humanos. Consultora da “Phytoterápica”.
www.floraisecia.com.br

mfollain

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