Monthly Archives: Outubro 2012

Como tirar pêlo de gato da roupa

Como tirar pêlo de gato da roupa

Deitar na cama ou no sofá com um gato no colo é um dos maiores prazeres de quem divide a casa com um, dois, três, quatro (no meu caso) bichanos. O grande problema é que gato é uma bola de pêlos ambulante, que por onde passa deixa uma trilha de pêlo dificílima de ser eliminada. Eu já tentei usar fita crepe, rolinhos adesivos, aspirador de pó e tudo o que me indicaram, mas nunca consegui realmente ter sucesso na limpeza. Durante uma conversa com uma grande amiga que tem nada menos do que 23 gatos, conheci
A MELHOR e mais barata solução para tirar pêlo dos tecidos: luva de borracha. Isso mesmo, aquela simples luva de borracha usada para proteger as mãos enquanto você lava pratos. Basta calçar e ir passando na roupa, no sofá e onde mais você quiser. Os pêlos saem com uma facilidade impressionante!

Adorei testar a novidade e impressionar Maria, que trabalha lá em casa há anos. Igualmente surpresa e encantada com a "luva-exterminadora-de-pêlos", pela primeira vez ela não precisou aspirar o sofá durante a faxina. Eu? Já garanti dois novos pares e vim correndo contar a descoberta para vocês!
Gabriella Galvão

http://claudia.abril.com.br/blog/20081212_assunto_dia.shtml

Anúncios
Categories: Gatos | 1 Comentário

Segundo terapeuta americana, toque humano pode ajudar na cura de animais

28 de outubro de 2012 às 6:00

Por Patrícia Tai (da Redação)

Gatinho recebe toque terapêutico (Foto: Care2)

Terapia de toque terapêutico (“TTouch”) é um método estudado e desenvolvido por Linda Telling-Jones, e consiste em um tipo de comunicação não-verbal através de memória celular. Segundo a terapeuta, na “TTouch” o praticante fala à inteligência celular em suas mãos que, por sua vez, falam para as células do corpo. Quando se trabalha com animais, simplesmente colocando as suas mãos sobre o corpo e movendo-as de forma circular, você cria uma espécie de comunicação cinestésica (sensorial) entre espécies. As informações são da Care2.

Tellington-Jones inicialmente estudou o Método Feldenkrais, que abre novas vias neurológicas para o cérebro através do uso de movimentos não habituais. Ela, então, desenvolveu suas próprias técnicas baseadas no trabalho de Feldenkrais, começando com o conceito de que todas as células do corpo sabem a sua função. Ela defende que o uso do movimento circular, quando realizado com respeito, aumenta a velocidade de cura a nível celular.

A terapeuta conta que até mesmo animais mais resistentes respondem bem a esta técnica e com ela liberam a energia que porventura se encontrar estagnada.

Uma técnica simples que qualquer pessoa pode começar

Aqui está uma técnica muito simples que os terapeutas do toque recomendam: Coloque levemente as suas mãos, se o seu gato permitir, sobre um ponto doente ou doloroso do animal (como na foto acima). Imagine que você está deixando fluir a energia positiva de cura de você através de sua mão direita em seu gato, e deixando qualquer fluxo de energia negativa ou dolorosa do gato fluir por sua mão esquerda (se você se sentir mais confortável com a mão oposta, pode fazer desta forma, também). Depois, e isto é muito importante, agite as mãos para liberar qualquer energia negativa do seu corpo. Deixe que o gato descanse confortavelmente e use esta energia de cura de seu jeito.

A terapia “TTouch” consiste em fazer pequenos círculos sobre todo o corpo do gato (ou apenas onde for necessário). Imagine um pequeno relógio, de 2,5 a 5 cm de diâmetro, no local onde você tocar o gato. Comece na posição de 6 horas desse relógio imaginário e gentilmente pressione a pele no sentido horário até a posição de 9 horas, e então pare, erga seus dedos, e comece novamente em outro ponto. É importante manter uma pressão constante e fechar os círculos. Use os dedos do meio e faça 1 círculo mais 1/4 de círculo em cada ponto, então mude de local e repita. Repouse o seu polegar e o seu quarto dedo contra o corpo do gato para estabilizar a sua mão. Este toque circular é chamado de “toque do leopardo”.

Não repita o mesmo local duas vezes e não junte três círculos em fileira, faça em pontos separados.

Lembre-se de erguer os dedos quando termina um círculo, antes de mudar de ponto e começar outro. Você pode usar a mão esquerda (geralmente, você deve usar a sua mão dominante, mas para um animal de maior porte, como um cão ou cavalo, você deve usar as duas mãos).

Permita que suas mãos encontrem seu próprio jeito conforme se comunicam com as células do animal. Tente combinar o ritmo do movimento com a respiração do animal e com a resposta dele ao seu toque. Você pode tentar encontrar uma sintonia entre a sua respiração e a do animal. Concentre-se em fazer os círculos e na detecção de resposta do animal. E, como sempre, aproxime-se do animal com respeito.

Os benefícios do toque

O movimento circular “TTouch” (ou outras técnicas terapêuticas de toque) parece agir sobre as células do animal mais que o simples carinho que, embora amoroso e proveitoso, não parece ativar a consciência celular da mesma forma. Além de melhorar os fluxos linfático e sanguíneo, a terapia de toque é uma excelente maneira de reduzir o estresse em gatos, e pode até levar a prolongar a vida e retardar o envelhecimento.

A terapia de toque “TTouch” também é utilizada em pessoas e mesmo em bebês.

Mais uma dica da terapeuta

Telling-Jones diz que seus gatos adoram esta massagem relaxante a qualquer hora do dia:

“Tente isso, se o seu gato não se importar, coloque-o deitado de costas no seu colo, com a cabeça descansando sobre os joelhos e os pés traseiros dele em direção à sua barriga. Mantenha os seus polegares na altura das axilas do gato, e todos os seus dedos (ambas as mãos) no pescoço dele, e então comece a massageá-lo profundamente, por trás das orelhas e nos ombros. Quando feito corretamente, o seu gato vai relaxar totalmente. Não se preocupe se ele tolerar isso por pouco tempo no começo, respeite o seu limite caso ele se afaste e faça novamente em outra ocasião. Mas geralmente os gatos adoram. Esta e todas as formas suaves de toque são uma excelente maneira de criar uma conexão feliz com os gatos ou outros animais!”.

Mais informações sobre alternativas holísticas para animais no livro The Complete Guide to Holistic Cat Care, de Celeste Yarnall (PhD) e Jean Hofve, e no site CelestialPets.com .

Fonte: http://www.anda.jor.br

Categories: Gatos | Deixe um comentário

Vejam como fazer um arranhador

Amigos,

Olhe que ótima dica para divertir os felinos!!!

Categories: Gatos | Deixe um comentário

Dicas para gateiros – Como fazer uma casinha fechada (ou caixa de areia fechada)

Esse tutorial é da Leila Piffer (lembram dela aqui?)

foto+1+(1).jpgA escolha da caixa é fundamental. No caso de produzir uma caixa de areia alta e fechada, com portinha vaievem, é importante que seja bem alta, se possível com fundo interno liso (pra facilitar a limpeza), com abertura de tampa por cima e com sistema de travamento (no caso dessa, são as travas verdes).

foto+1+(2).jpg

foto+1+(3).jpgNo caso de fazer uma caixa de areia, esse fundo não é liso, imagino que dê um trabalho maior pra limpar, dependendo da areiafarinha de mandioca utilizada, pode ficar uma lameira no fundo e esses frisos em relevo podem atrapalhar sim. Melhor um fundo liso pra caixa de areia, ok Como usei pra fazer uma caminhaiglu, foi perfeita! Repare que as laterais já tem um relevo ótimo que usei como guia na hora de abrir a portinha vaievem. Mas se não tiver, dá pra fazer do mesmo jeito!

foto+1+(4).jpgPra se ter uma noção melhor da caixa que usei, no fundo dela cabe um travesseiro de tamanho normal. A altura é boa, tem pézinhos que a mantém longe do chão frio e o plástico é bem resistente e lavável.

foto+1+(5).jpgPra uma caixa de areia, sugiro que a abertura seja feita por um dos lados menores, porque só precisa passar o gato e ter uma folga, evitando assim que caia muita areia pra fora da caixa, caso o gato não aceite a portinha vaivém. Mas dá pra fazer o corte na parte que fiz, é só fazer a portinha pequena.

foto+1+(6).jpgPés, relevo do fundo, detalhes. No caso de caixa de areia, recomendo o fundo lisinho, pra facilitar ao máximo a limpeza interna.

foto+1+(7).jpg

foto+1+(8).jpgIMPORTANTE – estou mostrando a abertura já pronta antes de mostrar como fazê-la pra que você repare que a portinha não será cortada até embaixo. Nesse caso, eu queria fazer uma caminha tipo iglu, então deixei uma altura pequena, sem chegar até o chão, que é pra colocar um colchonete ou travesseiro e ele não cair pra fora da caixa. No caso de uma caixa de areia, essa parte de baixo da porta deve ser o mais alta possível, porque você colocará areia dentro da caixa e, quanto mais alta essa abertura, menos areia pra fora da caixa.

foto+1+(9).jpgEsse aparelho serve pra soldar. É vendido até em casas de 1,99 atualmente, não sei o preço, mas não deve passar de R$10,00. Geralmente as pessoas costumam ter em oficinas caseiras. Ele será ligado na tomada e essa ponta esquentará bastante.

foto+1+(10).jpgDetalhe da ponteira, é ela que ficará incandescente e servirá pra cortar o plástico nos locais desejados.

foto+1+(11).jpgDepois de resolver bem onde fará a abertura pra portinha da casinha ou caixa de areia, com o soldador ligado e quente, vá passando sobre o plástico seguindo a guia. No caso dessa caixa que comprei, já tinha essa guia em baixo relevo. Caso a caixa que você compre não tenha, faça marcação com uma régua e caneta, pra não fazer tudo torto, porque essa ponteira escorrega no plástico se a mão não for firme.

foto+1+(12).jpgEm princípio, dependendo da grossura, qualidade do material e velocidade com que você for passando a mesma no plástico, não dará ainda pra abrir a porta. Vá testando devagar, sentindo a profundidade, marcando a linha de abertura várias vezes, se preciso for, sempre com a mão o mais firme possível. Se você fizer rápido demais, a ponteira não estará quente o suficiente pra cortar o plástico, vá numa velocidade lenta à média, passando várias vezes a ponteira

foto+1+(13).jpgComo o plástico dessa caixa é bem grosso, após marcar várias vezes a guia com a ponteira, deixei esquentar bem e coloquei de forma a ficar mais tempo sobre o mesmo lugar, conseguindo então a primeira abertura. Ficou meio feia, derreteu mais do que eu desejava, mas depois isso será corrigido com uma lixa e ficará perfeito.

foto+1+(14).jpgAproveitando essa primeira abertura, usei um estilete afiado (e frio, não precisa esquentar a ponta) pra terminar de cortar o plástico que eu já havia marcado várias vezes com a ponteira quente. Essa guia em baixo relevo da própria caixa me ajudou muito a cortar, porque eu apoiava o estilete lateralmente nela e pressionava, cortando com certa facilidade a portinha.

foto+1+(15).jpgDetalhes importantes primeiro a ponteira quente abrindo caminho, depois o estilete (frio mesmo) terminando o corte.

foto+1+(17).jpgPronto, parte da abertura está feita! Reparem que não cortei até o fundo da caixa, justamente pra que o travesseirocolchonete não saísse de dentro da mesma. No caso da caixa de areia, essa barreira lateral deve ser o mais alta que a caixa permitir, pra não cair areia pra fora. Essas rebarbas feias serão lixadas e desaparecerão, mas quanto mais firme e caprichado for o corte, menos trabalho depois na hora de lixar e acertar as beiradas.

227262_223774677639153_4080643_n.jpgMedi a altura que queria deixar como barreira pro colchonete não sair de dentro da caixa e fiz uma linha com régua e lápis (não apareceu, mas risquei uma linha sim, pra me guiar). Aí tive que segurar mais firme o soldador quente pra não cortar muito torto, já que não tinha a guia de baixo relevo pra me guiar o traçado. Ficou bom, embora eu tenha dado uma escorregada com a mão e feito uma parte pequena mais rebaixada, mas depois minimizei esse defeito com a lixa. O procedimento é o mesmo ir passando o soldador devagar, marcando, várias vezes e depois completar o corte com o estilete frio.

foto+1+(19).jpgAté que a linha não ficou de todo torta. Ou seja, se a caixa que você comprar não tiver esses baixos relevos laterais pra guiar o soldador, é só desenhar a abertura com uma régua e lápis, no local exato que você pretende cortar a portinha e segurar firme o soldador, seguindo as linhas que você traçou. Dá certo também.

foto+1+(20).jpgDepois de abrir o sulco com o soldador quente, o estilete frio completou o trabalho de abertura total da porta. Essa parte plástica que foi retirada será reduzida de tamanho e lixada, mas explicarei isso mais pra frente.

foto+1+(21).jpgDei uma escorregada feia nessa parte, mas corrigi isso mais pra frente. Quanto mais firme a mão na hora de abrir o sulco com o soldador, menos trabalho depois…

foto+1+(22).jpgFiz a abertura larga por opção, poderia ter feito mais estreita, ou na lateral. Como usarei como caminha iglu, optei por abrir assim.

foto+1+(23).jpgFiscal de Obras Pititica em plena avaliação do meu serviço! Tá reclamando que tá cheio de pontinhas de plástico, ela vai se machucar se eu não lixar tudin, tudin! Gatos são perfeccionistas, rsss!

foto+1+(24).jpgTô entrandoooooo! Hi hi hi! Dá pra ter uma boa noção do tamanho da abertura. A Pititica está com quase 4 quilos!

230239_223774667639154_865266_n.jpgPoeiraaaaaaaaaaaaa! Poeiraaaaaaaaaaaa! Poeiraaaaaaaa! Levantou poeiraaaaaa… Cof, cof, cof! Aos alérgicos de plantão, nessa fase de lixamento, usem máscara, porque essa poeira plástica me causou uma bronquite danada no dia seguinte… Usei uma lixa que tinha em casa, é pra lixar ferro, mas creio que possa ser qualquer lixa grossa. Depois usarei uma lixa fina, pra deixar beeeeeem lisinho. Mas a grossa é necessária nessa etapa, porque tem bastante rebarba pra tirar!

foto+1+(26).jpgCapricha na lixa! Por dentro, nas laterais, por fora. Manda ver, tem que ficar o mais liso possível, lembrese que o gato eou cachorro que for utilizar tem o hábito de esfregar a lateral da boca em quinas, e se não estiver suuuuuuper liso, vai cortar a boca do animal sim. Capricho mais do que necessário!

foto+1+(27).jpgSe você tiver uma lixadeirinha elétrica, maravilha, use! Sabe essas lixadeiras manuais, que funcionam à bateria, ou até mesmo uma furadeira elétrica que possa receber ao invés de uma broca comum, uma broca de lixar, funciona também. Lixar manualmente dá um trabalhão, esfola os dedos, mas fica perfeito da mesma forma. Passe sempre o dedo em tudo, pra sentir se ficou alguma parte cortante e acerte com a lixa.

foto+1+(28).jpgApós tirar as rebarbas mais cortantes e lixar bem com a lixa grossa, passei pra uma lixa fina (essa é de madeira, mas creio que qualquer lixa fina sirva) pra dar o acabamento aveludado nos cortes. Lembrese gatos eou cães que forem usar a caixa ADORAM esfregar a lateral da boca em cantoneiras, e se não estiver bem lisinho, pode machucar SIM. Então, lixe, passe os dedos pra sentir se ficou liso, lixe de novo se necessário. Ah, sim, ACHEM A PITITICA NA FOTO, RSSS!

foto+1+(29).jpgLixandoooo beeeeeeem lisinhooooo! Aqui no caso estou acertando a derrapada que dei no plástico na hora de cortar, pra não ficar um defeito muito visível, RSS

foto+1+(30).jpgEssas quinas também tem que ficar bem lixadas. O teste do dedo é primordial!

foto+1+(31).jpgDobrando a lixa pra fazer o trabalho direitinho!

foto+1+(32).jpgLembra como estava feia essa parte Olha agora, está perfeita! E dálhe lixa!

foto+1+(33).jpg

foto+1+(34).jpgAgora é hora de lixar bem a portinha. Faça do mesmo jeito primeiro a lixa grossa e depois a lixa fina. Essa porta terá seu tamanho reduzido, mostrarei mais adiante.

foto+1+(35).jpg

foto+1+(36).jpgLixei toda portinha, porém será necessário um corte na parte de baixo, pra que o movimento de vaievem aconteça e também que entre uma ventilação. Coloquei a portinha de volta no lugar e medi o quanto deveria cortar embaixo.

foto+1+(37).jpgA foto não ficou boa, mas usei o estilete frio pra cortar um pouquinho, só na parte de baixo. As laterais não precisam ser reduzidas, porque já lixei bem a caixa e as bordas, ficou uma folga boa.

foto+1+(38).jpgEu tinha essas argolinhas em casa, mas assim que for numa loja de armarinhos ou de produtos pra confecção de bijouterias, comprarei argolas verdadeiras (redondinhas, rs) Só precisei de duas. Depende da largura da portinha, mas duas aqui foram suficientes.

foto+1+(39).jpgCom a ponta do soldador beeeeeeem quente, furei um buraquinho de cada lado. Não deu pra fotografar pois fiz tudo sozinha… Ou eu furava, ou fotografava, rsss. Medi antes de fazer os furinhos a distância pra porta não ficar pendendo, nem torta, enfim. E medi também a altura certa pras argolinhas terem a movimentação necessária. Tudo isso antes de furar, que depois… já era… Veja na próxima foto o resultado final pra entender direitinho antes de fazer os furos, ok

foto+1+(41).jpgAbri e fechei as argolinhas repito, essas que eu tinha em casa não são as ideais, devem ser totalmente redondinhas, como as argolas de chaveiro (sim, eu tentei com argolas de chaveiro, mas acabei destruindo todas, porque tem que dar aquela baita volta e elas abrem, perdendo a função). Em lojas de armarinhos ou que vendem artigos para montar bijouterias, as argolinhas ideais poderão ser encontradas com facilidade. O importante é que fique uma folga suficiente pra dar o movimento de vaievem sem que nada impeça e que não fique muito vedado, pois tem que entrar ar, óbvio!

foto+1+(42).jpgPiloto de provas Pititica em ação! rsss Eu mostrei que a portinha abria, fiquei segurando e ela já foi logo de curiosa sapear lá dentro, he he he!

foto+1+(43).jpg

foto+1+(44).jpgUia! A portinha fechou depois que ela passou!!! Eeeeeeeeh!

foto+1+(45).jpgColoquei a tampa e ela amou.

foto+1+(47).jpgEla é esperta, já percebeu o movimento de vaievem e que ela pode produzílo sem minha ajuda! Essa minha test drive cat é DEMAIS! rsss

221757_223775104305777_5489663_n.jpgA altura do travesseiro ou colchonete não pode impedir o movimento de vaievem, caso contrário, o animal poderá ficar preso lá dentro ou não conseguir entrar. A portinha tem que ter movimentação TOTAL.

230216_223775047639116_2355596_n.jpgSabem aqueles colantes que são vendidos em lojinhas de 1,99, em papelarias, super conhecidos É só escolher uns do seu gosto e colar na caixa, pra dar um toque à mais na decoração!!!

Ficou MARA!!!!

Fonte: http://dicasparagateiros.blogspot.com/2012/10/como-fazer-uma-casinha-fechada-ou-caixa.html

Dicas para gateiros
Categories: Gatos | Deixe um comentário

Como cuidar de filhotes de gatos

302143_451835038192043_1282247126_n.jpg

Muita gente curtiu a postagem sobre como cuidar de gatinhos bebês (veja AQUI), por isso resolvi fazer outra postagem como aquele com mais umas dicas, afinal, dicas nunca são demais. Mas não esqueçam: NENHUMA DICA DE INTERNET DEVE SUBSTITUIR O MÉDICO VETERINÁRIO, a presença dele é fundamental para a sobrevivência e saúde de qualquer animalzinho.

Segundo a veterinária da Secretaria Especial dos Direitos dos Animais – SEDA, Adriana Lopes, existem técnicas alternativas para substituir a presença da mãe, oferecendo-se aleitamento sucedâneo às crias com menos de 30 dias.

A drª. Rejane Melki, antes de se tornar médica veterinária e na época também precisou improvisar. Ela diz que quando alguém encontrar um gatinho filhote a primeira coisa a fazer é levá-lo a um veterinário assim que for possível. Ele irá examiná-lo, ver seu estado de saúde, calcular sua idade e orientar você a respeito dos cuidados, vacinas, etc.

Se notar que o gatinho está muito desidratado, não responde a estímulos, debilitado por não se alimentar há muito tempo, você pode dar Pedialyte sem sabor, que se compra em qualquer farmácia, ou passar glucose de milho (Karo) na sua gengiva para elevar o nível de açúcar no sangue. Com isso você ganhará um tempo precioso para conseguir chegar ao veterinário mais próximo.
Se você já tiver outros gatos em casa, o gatinho deverá ficar de quarentena. Isso evitará que ele passe, caso tenha, alguma doença para os gatos já existentes.
A separação também evitará acidentes, já que ele é pequeno e indefeso. Os mais velhos podem considerá-lo uma ameaça, um estranho que invadiu seu território. É necessário um tempo de exposição lento e gradual, sob supervisão, para que se acostumem uns aos outros.

Providencie uma caixa de papelão forte. Se estiver em época de frio, forre com bastante jornal, toalhas velhas mas macias, cobertores velhos, etc. para deixá-lo aquecido. Isso é muito importante. O frio pode matar um filhote em pouco tempo. Se no lugar onde você mora faz muito frio, será necessário algum tipo de aquecimento, como uma bolsa de água quente colocada debaixo de toalhas. Mas por favor CUIDADO, não é para assar os pequenos, mas sim aquecê-los. Cuidado com a temperatura. Calor em excesso também pode ser fatal.
A caixa dos gatinhos deve ficar em local protegido de correntes de ar, calmo e com pouco barulho. Você pode colocar uma tolha por cima da caixa, deixando, é claro, uma abertura para a passagem e renovação de ar. A tolha manterá a caixa aquecida e no escuro, ajudando os pequenos a dormir.
Se você tiver algum bichinho de pelúcia ou algodão, lavável, pode colocá-lo na caixa. Assim eles terão a sensação de estarem com a mãe e ficarão mais tranqüilos.

483988_353641841379332_478833177_n.jpg
Imagem de Eu Amo Gatos

Procure num bom Pet Shop por leite em pó específico para gatos e mamadeira. Em caso de emergência, até conseguir comprar o necessário, você pode improvisar com conta-gotas ou mesmo pequenas mamadeiras para bebês (chucas) tomarem chá ou remédio. Use leite para bebês, como o Nanon ou mesmo leite de vaca, mas isso por muito pouco tempo, já que esses tipos de leite causam diarréia.

Se onde você está não existe leite para gatinhos, você pode utilizar uma receita especial de suscedâneo:

– 1 litro de leite Integral
– 2 gemas
– 2 colheres de sopa de creme de leite
– 1 colher sopa de açúcar
– 1 pitada de sal
Modo de Preparo: Bata as gemas, acrescente o leite e coloque a ferver.
Quando estiver fervendo, coloque os demais ingredientes.

Deixe esfriar.

A SEDA divulgou essa outra receita, que constou no informativo do dia 05 de outubro, e que pode ser utilizada para filhotes de cães e gatos:

Receita – opção 1

– 200ml de leite integral

– 1 gema de ovo

– 1colher de sopa de creme de leite

– 1 colher de chá de mel

Modo de preparo

Ferver o leite com a gema de ovo. Quando estiver morno, acrescentar o creme de leite e o mel. Depois de misturar os ingredientes, colocar em uma mamadeira específica para filhotes. “É muito importante o uso da mamadeira para evitar que o leite entre na traquéia ao invés do esôfago”, alerta Adriana. O leite deve ser oferecido a cada duas horas.

Receita –opção 2

– 1 litro de leite integral

– 1 gema de ovo

– 1 colher de sopa de nata

– 1pitada de sal

– 1 colher de chá de mel

– 1 folha de gelatina incolor

– 1 colher de sopa de Calcigenol

Modo de preparo

Bater tudo no liquidificador e manter na geladeira. Antes de oferecer ao filhote, aquecer em banho-maria.

A dra. Adriana Lopes também recomenda estimular a urina e as fezes do animal com a utilização de um algodão umedecido em água morna, que simula a língua da mãe. Mais: para que o metabolismo do filhote funcione bem, é indicado mantê-lo aquecido. “Esta fase exige um pouco mais dos tutores dos animais, mas é gratificante vê-los abrindo os olhinhos e crescendo saudáveis. O que ganhamos no futuro é o amor incondicional que eles nos transmitem”, conclui a veterinária.

Muitos já devem ter ouvido falar no site Cachorro Verde, referência em alimentação natural para animais. Nesse site há uma receita muito boa de leite substituto para filhotes de gatos (e para filhotes de cães também rsrrss) que, segundo o site, é bem parecido com o leite da gata:

– 2 xícaras de leite integral (de preferência leite de cabra)

– 2 ovos grandes
– 5 colheres de chá de pó de proteína (de fontes animais)
– 1/8 de colher de chá de pó de casca de ovos

– 2 ou 3 gotas de limão
– o equivalente à dosagem de um ou dois dias de complexo vitamínico para um gato adulto, em pó ou em comprimido, porém triturada
– 100 mg de suplemento de taurina (se já estiver presente no complexo vitamínico para gatos, não precisa)

Rende 3 xícaras.

Preparo:

Misture bem os ingredientes. Aqueça a mistura à temperatura do corpo e ofereça usando mamadeira de boneca, conta-gotas, seringa ou mamadeira própria para filhotinhos. É importante que o leite seja oferecido sempre aquecido. Para isso coloque a mamadeira dentro de uma panela com água quentinha (não muito quente). Mas atenção: precisarficar à temperatura do corpo, caso contrário, o leite provocará queimaduras na boquinha e no esôfago do filhote. Para evitar acidentes, não use o microondas para aquecer a fórmula. Antes de oferecer pingue algumas gotas na parte interna de seu pulso ou afira a temperatura usando um termômetro. A fórmula deve estar a 38 graus centígrados.

Observações:

Se não for possível comprar leite de cabra integral, procure optar por leite A integral de vaca, não submetido ao processamento UHT – como os das marcas Xandô ou Leite da Fazenda. São opções mais “puras” e nutritivas, com um perfil de proteínas mais adequado às necessidades de carnívoros como os cães e os gatos.

O pó de proteína é um opcional que, como o próprio nome explica, aumenta os níveis protéicos da fórmula. Escolha um produto à base de albumina, sem sabor, composto por 80% de proteína de origem animal. Produtos similares à base de soja não são adequadas para filhotes. A proteína em pó pode ser comprada em lojas de suplementos para atletas.

As gotas de limão também são opcionais, mas elas ajudam a acidificar a fórmula, o que potencializa a absorção do cálcio do pó de casca de ovos no intestino do filhote.

Caso prefira optar por uma fonte de cálcio diferente, como gluconato ou lactato de cálcio, consulte um médico-veterinário para determinar a quantidade a ser oferecida. Não suplemente o cálcio sem o devido conhecimento. O excesso de cálcio faz mais mal do que uma leve deficiência neste mineral. Vale lembrar também que o cálcio porventura presente em complexos vitamínico-minerais para cães e gatos geralmente não contém esse mineral em quantidade suficiente.

Como oferecer:

Ofereça a cada gatinho apenas o suficiente para aumentar discretamente o abdômen, sem distendê-lo. Cuidado para não se empolgar. Interrompa a “mamada” antes do gatinho perder o interesse, ou ele consumirá demais. O importante não é o volume oferecido a cada mamada, e sim a regularidade da oferta.

Após cada “refeição”, é preciso ter alguns cuidados importantes. Coloque o filhotinho para “arrotar”, como é feito com os bebês humanos. Essa dica é da Camilli Chamone, criadora de French Bulldogs. Massageie gentilmente a barriguinha do filhote para estimular o trânsito intestinal. Com um algodão limpo embebido em água morna, esfregue gentilmente a região genital e anal. Com isso você imita a mamãe gata, que lambe essas regiões para estimular a micção e a defecação nos gatinhos. Quando o filhote completar três semanas de vida, você pode começar a adicionar um pouco de aveia cozida ou um pouquinho de fígado, rim ou coração moído à fórmula. Da 4ª a 6ª semana promova o desmame. Com seis semanas de vida, os gatinhos já estarão comendo tudo na vasilha!

Diarréia

Um desafio em relação a alimentar artificialmente gatinhos e cãezinhos órfãos é a diarréia que pode resultar da oferta de fórmulas desbalanceadas ou do fornecimento excessivo de fórmula. Até que você adquira alguma experiência, tenha muito cuidado para não oferecer em excesso. Se ocorrer diarréia, procure o veterinário. Pode ser preciso dar fluidos de reposição eletrolítica por via oral.

Aqui vai uma fórmula herbal bastante útil para tratar diarréia em filhotes novinhos. Prepare um chá de camomila: adicione 470mL de água fervente à 2 colheres de chá de erva de camomila desidratada (a “de verdade”, não a de saquinho de chá). Deixe infundir por 10 minutos, coe e acrescente ½ colher de chá de sal marinho. Dê uma dose – o equivalente a uma mamada de alguns minutos – três vezes ao dia. Entre cada dose, administre a solução eletrolítica via oral, de acordo com a recomendação do veterinário.

Constipação

Constipação é outro problema que pode ocorrer. Geralmente resulta da oferta de pouca fórmula ou de estimulação insuficiente para defecação após as mamadas – uma tarefa que cabe a você. Quando ficam constipados, cãezinhos e gatinhos apresentam barriguinhas estufadas e ficam apáticos. Podem se afastar do ninho e se tornam frios ao toque. É sinal de que não estão nada bem. Uma opção de tratamento sem efeitos colaterais é com o remédio homeopático Nux Vomica na potência 6CH ou 30CH. Uma única administração geralmente é o suficiente. Pode-se dissolver os glóbulos homeopáticos (as bolinhas) em um pouco de água filtrada e pingar algumas gotas na boquinha do filhote. Se o cãozinho ou gatinho continuar constipado, chame o médico-veterinário.

409713_182673335181232_571609587_n.jpg
E as dicas preciosas do Beco dos Gatos continuam:
Dar a mamadeira a filhotes tão pequenos pode ser um grande desafio. Mas tenha calma e paciência. É tudo uma questão de tempo, prática e adequação para ambas as partes.
O importante é que o filhote se sinta estimulado a mamar. No início não vai ser fácil, já que ele não irá reconhecer naquela coisa de borracha as tetas de sua mãe. Mas a fome e o instinto de sobrevivência sempre falam mais alto. Para que ele não desista de sugar o bico da mamadeira, o tamanho do furo é muito importante. Se for muito pequeno ele se cansará logo e desistirá de mamar. Mas também não pode ser tão grande que ele se engasgue.
Se o gatinho se recusar a mamar, tente mudar a posição da mamadeira, do bico na boca, mude a posição do gatinho, até descobrir a forma que dá mais certo. A minha Docinho só mamava de barriga pra cima, em qualquer outra posição ela se recusava a mamar.

Se depois de tudo, ele continuar a se recusar, procure a ajuda de um veterinário.
Fique atento à quantidade que o gatinho mama e se perde peso. Eles devem mamar com intervalos regulares, que vão se espaçando a medida que crescem. Com 4 semanas, época do desmame, eles mamam apenas 2 vezes ao dia, já que comem papinha além da mamadeira.
Com 3 semanas você pode iniciar o processo de desmame. Geralmente não é difícil e os pequenos gostam de experimentar novos sabores. Acrescente ao leite, um pouco de sopa de bebê, batida no liquidificador.
gatinhas_sopa.jpg

Essa sopa é feita com legumes variados, carne branca de frango, um cereal (arroz, aveia, ou outro), um pouquinho de sal. Deixar cozinhar bem e depois de frio bater no liquidificador até ficar homogêneo. Ofereça morna.

Com 4 semanas ofereça a sopinha num pires, em pouca quantidade. Eles vão se sujar, mas estão aprendendo a comer sozinhos, e isso é ótimo pra você!
Após a festa, limpe-os com pano úmido em água morna, seque-os bem para que não sintam frio.

Outro ponto importante é a higiene. Você certamente não irá gostar, mas terá que substituir a mãe nessa tarefa também. Quando muito pequenos, os gatinhos só evacuam e urinam quando estimulados pelas lambidas da mãe, quando esta os lava após as mamadas. Calma, você não precisa lambê-los! Um algodão embebido em um pouquinho de água filtrada morna já faz o serviço. Aproveite para limpá-los de resíduos de leite, fezes e urina, para que o local onde dormem e passam todo o tempo esteja sempre limpinho. Troque regularmente toalhas, jornais, etc.

Até abrirem os olhos, por volta de 10 dias, os gatinhos costumam produzir muito pouca fezes. Mas se não fizerem nada por mais do que dois dias, procure a ajuda do veterinário.

Com 3 semanas de idade, você pode fazer aos pequenos a primeira apresentação a uma caixa sanitária. Utilize uma caixa baixa e pequena, coloque um pouco de granulado sanitário e deixe que explorem a caixa. Se puder coloque um pouquinho das “necessidades” na caixa, isso irá ajudar na aprendizagem. O instinto de enterrar na areia é natural e não precisa ser ensinado.

O período de 2 a 7 semanas é muito importante para a socialização. O contato positivo com humanos diferentes nessa fase, fará com que o gato cresça amistoso.

LEMBRANDO DE SEMPRE CONSULTAR O MÉDICO VETERINÁRIO, POIS SÓ ASSIM ESTAREMOS GARANTINDO A SAÚDE E O BEM ESTAR DOS PELUDINHOS.

Fonte:
http://dicasparagateiros.blogspot.com.br/2012/04/como-cuidar-de-gatos-bebes.html
http://dicasparagateiros.blogspot.com/2012/10/como-cuidar-de-filhotes-de-gatos.html

Categories: Gatos | Deixe um comentário

ALERTA Remédios para humanos podem ser letais para cães e gatos

10 de outubro de 2012

Medicar os animais domésticos por conta própria com remédios de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento,

pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito

Ao se deparar com o animal de estimação com algum problema de saúde, muitos donos, ao invés de levar o animal

para se consultar com um médico veterinário, preferem usar a própria experiência e por conta própria fazem o uso

de medicações humanas, podendo causar danos irreversíveis ao seu cão ou gato.

Muitos medicamentos para consumo humano, que são vendidos livremente em farmácias, podem causar nos cães

e gatos intoxicação, alergia e até mesmo causar a morte do animal. “Alguns medicamentos que são fabricados para

humanos podem ser utilizados em animais e são receitados por veterinários, mas o dono precisa se atentar a dosagem

indicada pelo profissional, ou também causará problemas para a saúde do animal. O indicado para evitar qualquer

risco de piorar o quadro de saúde do animal ou até mesmo causar a morte dele é sempre evitar a medicação sem

prescrição e qualquer alteração o animal precisa ser consultado por um veterinário, que é a pessoa indicada para

diagnosticar o problema e indicar o tratamento adequado”, diz a veterinária Dra. Valéria Correa, responsável técnica

e gestora clínica do Grupo Pet Center Marginal.

O sistema digestivo de cães e gatos, apesar de muito semelhante ao do humano, não funciona da mesma forma.

Os órgãos do sistema digestivo dos animais não têm a capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos frequentemente

utilizados por humanos, como alguns tipos de anti-inflamatórios e analgésicos.

O analgésico Paracetamol, princípio ativo de diversas marcas de remédios conhecidos, causa lesão no fígado de cães e

pode ser fatal para gatos. causando anemia hemolítica, lesões hepáticas, diarréia, vômito, necrose renal, entre outros

problemas. “Mesmo entre os animais é preciso respeitar as diferenças. Um medicamento que é utilizado com sucesso em

cachorros nem sempre é indicado para gatos, que são mais sensíveis”, ressalta Dra. Valéria.

Os anti-inflamatórios que têm como base diclofenaco sódico causa graves sintomas gastrointestinais nos animais, inclusive

desenvolvendo úlceras perfurantes de estômago e duodeno. “Muitas vezes o problema inicial, que motivou o dono a dar a

medicação, acaba ficando secundário, pois as consequências de dar uma medicação errada são bem graves. No caso dos

anti-inflamatórios, geralmente os animais começam a apresentar vômitos, diarréia ou fezes escuras, com presença de

sangue, além de apatia e muita dor abdominal”, conclui Dra. Valéria.

Ácido acetilsalicílico

Base de medicamentos como Aspirina®, AAS®, Doril® e Melhoral®, é um anti-inflamatório extremamente tóxico

para gatos, devido a deficiência de uma enzima hepática no animal que faria a metabolização e eliminação do composto.

Seu uso é contra-indicado para gatos ou só pode ser utilizado de acordo com indicação e supervisão de um médico veterinário.

Diclofenaco

Muito utilizado por humanos no tratamento de dor e inflamações, o diclofenaco é a base de medicamentos como

Cataflan® e o Voltaren®. Em cães e gatos pode ocasionar diversos problemas como úlceras hemorrágicas com vômitos

e diarréia com sangue, além de insuficiência renal.

Paracetamol

Analgésico presente em produtos como Tylenol®, pode ser fatal para gatos, pois seus organismo não consegue eliminar

o medicamento. Pode causar intoxicação em cães e gatos, resultando em falta de ar, vômitos e aumento na salivação,

podendo entrar em coma.

Rafael Ernandi / Bruno Folli

http://www.inteligemcia.com.br/91211/2012/10/10/remedios-para-humanos-podem-ser-letais-para-caes-e-gatos/

Categories: Gatos | Deixe um comentário

ALERTA Remédios para humanos podem ser letais para cães e gatos

10 de outubro de 2012

Medicar os animais domésticos por conta própria com remédios de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento,

pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito

Ao se deparar com o animal de estimação com algum problema de saúde, muitos donos, ao invés de levar o animal

para se consultar com um médico veterinário, preferem usar a própria experiência e por conta própria fazem o uso

de medicações humanas, podendo causar danos irreversíveis ao seu cão ou gato.

Muitos medicamentos para consumo humano, que são vendidos livremente em farmácias, podem causar nos cães

e gatos intoxicação, alergia e até mesmo causar a morte do animal. “Alguns medicamentos que são fabricados para

humanos podem ser utilizados em animais e são receitados por veterinários, mas o dono precisa se atentar a dosagem

indicada pelo profissional, ou também causará problemas para a saúde do animal. O indicado para evitar qualquer

risco de piorar o quadro de saúde do animal ou até mesmo causar a morte dele é sempre evitar a medicação sem

prescrição e qualquer alteração o animal precisa ser consultado por um veterinário, que é a pessoa indicada para

diagnosticar o problema e indicar o tratamento adequado”, diz a veterinária Dra. Valéria Correa, responsável técnica

e gestora clínica do Grupo Pet Center Marginal.

O sistema digestivo de cães e gatos, apesar de muito semelhante ao do humano, não funciona da mesma forma.

Os órgãos do sistema digestivo dos animais não têm a capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos frequentemente

utilizados por humanos, como alguns tipos de anti-inflamatórios e analgésicos.

O analgésico Paracetamol, princípio ativo de diversas marcas de remédios conhecidos, causa lesão no fígado de cães e

pode ser fatal para gatos. causando anemia hemolítica, lesões hepáticas, diarréia, vômito, necrose renal, entre outros

problemas. “Mesmo entre os animais é preciso respeitar as diferenças. Um medicamento que é utilizado com sucesso em

cachorros nem sempre é indicado para gatos, que são mais sensíveis”, ressalta Dra. Valéria.

Os anti-inflamatórios que têm como base diclofenaco sódico causa graves sintomas gastrointestinais nos animais, inclusive

desenvolvendo úlceras perfurantes de estômago e duodeno. “Muitas vezes o problema inicial, que motivou o dono a dar a

medicação, acaba ficando secundário, pois as consequências de dar uma medicação errada são bem graves. No caso dos

anti-inflamatórios, geralmente os animais começam a apresentar vômitos, diarréia ou fezes escuras, com presença de

sangue, além de apatia e muita dor abdominal”, conclui Dra. Valéria.

Ácido acetilsalicílico

Base de medicamentos como Aspirina®, AAS®, Doril® e Melhoral®, é um anti-inflamatório extremamente tóxico

para gatos, devido a deficiência de uma enzima hepática no animal que faria a metabolização e eliminação do composto.

Seu uso é contra-indicado para gatos ou só pode ser utilizado de acordo com indicação e supervisão de um médico veterinário.

Diclofenaco

Muito utilizado por humanos no tratamento de dor e inflamações, o diclofenaco é a base de medicamentos como

Cataflan® e o Voltaren®. Em cães e gatos pode ocasionar diversos problemas como úlceras hemorrágicas com vômitos

e diarréia com sangue, além de insuficiência renal.

Paracetamol

Analgésico presente em produtos como Tylenol®, pode ser fatal para gatos, pois seus organismo não consegue eliminar

o medicamento. Pode causar intoxicação em cães e gatos, resultando em falta de ar, vômitos e aumento na salivação,

podendo entrar em coma.

Rafael Ernandi / Bruno Folli

http://www.inteligemcia.com.br/91211/2012/10/10/remedios-para-humanos-podem-ser-letais-para-caes-e-gatos/

Categories: Gatos | Deixe um comentário

Dicas para gateiros

Diversas dicas bem boladas e simples para distrair e deixar seguro o felino!
Vale a pena conferir as dicas enviadas pelo Dicas para Gateiros!
Categories: Gatos | Deixe um comentário

Site no WordPress.com.