Monthly Archives: Março 2012

Gata sobrevive a queda de 19 andares nos EUA

Uma gata sobreviveu a uma queda de 19 andares na cidade de Boston, nos Estados Unidos.

Segundo o veterinário Hugh Davis, que tratou da gata Sugar, apesar da altura da queda, estimada entre 45m e 60m, ela não sofreu cortes nem quebrou nenhum osso.

O veterinário diz acreditar que ela sobreviveu ao agir como um esquilo-voador, abrindo suas patas como se fossem asas.

A proprietária de Sugar, Brittany Kirk, disse que a gata usou muitas de suas sete vidas no episódio.

Depois do acidente, Kirk decidiu instalar telas nas janelas de casa.

FONTE: http://noticias.uol.com.br/

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Amigos para sempre


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Gato salva vida de sua adotante!

Postado dia 19/03/2012 por Mãe de Cachorro – Ana Corina

Nossa, a Tati Lee havia me passado essa notícia mês passado e eu, na correria, nem tinha lido. Cães treinados para ajudar pessoas com problemas como o de Amy Jung já não são novidade e, inclusive, já postei aqui no blog sobre eles. Mas um gato, recém-adotado, sem nenhum tipo de treinamento salvando uma vida desse jeito? Traduzi a matéria – EMOCIONANTE – pra vocês, confiram!

Pudding, um gato de 8 anos de vida salvou a vida de sua adotante, Amy Jung, poucas HORAS depois de ser adotado do abrigo onde morava, em Sturgeon Bay, Wisconsin, Estados Unidos. O gatinho, que nasceu em 2003, morava no abrigo desde 2008, após ter sido levado por seu primeiro (ir)responsável, que o deixou no abrigo alegando que sofria de alergias. Em abril de 2008 Pudding foi adotado e viveu feliz em seu novo lar até janeiro deste ano, quando sua responsável morreu. Resultado? Lá foi o gatão novamente para o abrigo.

Até que… em 8 de fevereiro deste ano, Amy e seu filho, Ethan, visitaram a instituição Door County Humane Society para brincar com os animais, sem a intenção de adotar nenhum peludo, mas terminaram voltando pra casa com dois gatos, Pudding e Wimsy. Perto das 23h do mesmo dia, a adotante, que sofre de diabetes desde os 4 anos de idade, começou a convulsionar em sua cama enquanto dormia.

Agora o mais incrível: Amy conta que Pudding, o gato recém-adotado, pulou em seu colo e começou a lamber e mordiscar seu rosto, numa tentativa desesperada de tirá-la da convulsão. Quando ela acordou e teve condições, começou a gritar por ajuda a seu filho. Como o rapaz não aparecia, Pudding correu até seu quarto e pulou no rapaz, que então pôde socorrer a mãe.

A adotante conta que desde o fato, Pudding simplesmente fica grudado a ela e lambe seus pés e ronrona todas as vezes em que o nível de glicose no sangue de Amy começa a cair.

fontes: aqui e aquihttp://www.maedecachorro.com.br

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A hora e a vez dos bichanos

Há cerca de dez anos, criar gatos em São Paulo era uma tarefa muito complicada. Encontrar o tipo de ração adequada, um veterinário especializado em felinos, brinquedos e acessórios era uma busca que, geralmente, acabava em frustração.

Cats e1331645111669 A hora e a vez dos bichanos

O cenário mudou radicalmente e agora ter um gato como animal de estimação dá mais prazer que dor de cabeça. “Já existem tipos de ração específicas para gatos machos que têm acesso à rua, para fêmeas castradas, para gatos mais velhos. Além disso, tem a areia sanitária que facilita muito a criação”, disse Andre Gatti, veterinário especializado em gatos.

Atualmente, são cerca de 500 mil felinos domésticos na cidade, segundo o Centro Controle de Zoonoses. Ainda é um terço do total de cachorros, porém, a turma dos “cat lovers” não para de crescer.

“Quando eu tinha seis anos, pedi um cachorro para o meu pai e ele trouxe um gato. Desde então me afeiçoei muito a eles. Hoje cuido de dois: A Billie e o Mishima. Ambos muito afetuosos”, disse a escritora Mônica Petry, que colabora com a ONG “Adote um Gatinho”.

De apartamento

De acordo com o doutor Gatti, os felinos são bastante independentes, higienicos e se adaptam bem à vida em apartamento, mesmo que tenham que passar muitas horas sozinhos. “Na Europa, os gatos já são maioria em alguns países. Devido à verticalização da cidade, essa tendência também pode ocorrer aqui”, disse.

O ideal é levar o gato de três em três meses ao veterinário e ficar sempre atento às mudanças de comportamento. “Eles são muito metódicos, então uma alteração na rotina pode ser o indício de doença”, disse.

Existem raças mais adequadas segundo o espaço e os hábitos do dono. A castração, após o período de vacinação, é recomendada na maioria das vezes. “Ela não altera o comportamento do gato. Em alguns casos, ele pode ficar até mais dócil, principalmente se a agressividade estiver relacionado ao comportamento sexual”.

Fonte: Bom Dia e petrede
Autor: Juca Guimarãe

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Sou gato e durmo onde eu quero….

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Como foi teu dia ?

Saiu de sandália….Choveu!!!….

saiu de casaco… fez "Mó" calor?!

terremoto…

inundação…

avalanche?!!!!!

Então, como foi teu dia? Deixe-me adivinhar…
Primeiro, foi difícil sair da cama

Você acordou com torcicolo

Você tomou banho mas não conseguiu dar um jeito no cabelo

Tua nova dieta parece não estar funcionando

Você teve uma distensão muscular ao se exercitar

Teu chapéu novo parecia bem melhor quando experimentou na loja

Você esqueceu onde colocou teu ratinho de brinquedo

Aquele vizinho chato apareceu

Você pegou chuva na hora do almoço

E o almoço não caiu muito bem

Você se sentiu preso numa armadilha

Visitas inesperadas apareceram para o jantar

No fim da noite você teve enjôo

E finalmente você estava sozinho em casa e ouviu

barulhos estranhos no porão


TALVEZ AMANHÃ VOCÊ TENHA UM DIA MELHOR!!

Pensamento do Dia


Trate cada situação estressante como se você fosse um cachorro: se você não puder comer ou brincar com a coisa, simplesmente se afaste!

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Como capturar um gato ferido

Como capturar um gato ferido

por Sheldon Rubin, DVM – traduzido por HowStuffWorks Brasil

Aprender a capturar um gato ferido é uma boa idéia diante da necessidade de prover ao seu animal de estimação os devidos cuidados em caso de acidentes. A forma como você deve se aproximar de um gato ferido irá depender de ele cooperar ou não. Antes de iniciar, verifique com cuidado pois o gato tem armas poderosas: suas quatro patas com unhas geralmente bem afiadas.

Os gatos ficam muito ariscos quando estão machucados, então os métodos a seguir ajudam a minimizar suas chances de ser arranhado ou mordido pelo gato que você está tentando ajudar.

Capturando um gato cooperador

Tente os dois primeiros métodos quando houver mais alguém para ajudar você. Pegue o gato em seus braços ou colo, ou sobre uma mesa ou outra superfície elevada, usando um dos métodos a seguir.

Método 1

Passo 1: posicione-se de maneira que a cabeça do gato fique a sua esquerda.

Use sua mão direita para pegar o corpo do gato, de forma que o peito esteja sobre a palma de sua mão.
2006 Publications International, Ltd.
Método 1, Passo 2

Passo 2: use sua mão direita para pegar o corpo do gato, de forma que o peito dele esteja sobre a palma de sua mão.

Passo 3: erga o gato firmemente em direção a você, de forma que o corpo dele seja amparado entre seu antebraço e seu corpo.

Passo 4: segure as patas da frente com os dedos de sua mão direita que ainda está amparando o peito do gato.

Passo 5: use sua outra mão para segurar o gato sob a garganta, prevenindo que a cabeça dele se mova.

Passo 6: seu ajudante pode, dessa maneira, prestar assistência, enquanto o gato fica em seus braços.

Método 2

Passo 1: agarre a pele na parte atrás do pescoço do gato, erguendo o gato. A maioria deles fica submissa quando esse método é aplicado.

Agarre a sobra de pele na parte atrás do pescoço do gato abaixo das orelhas. Erga o gato.
2006 Publications International, Ltd.
Método 2, Passos 1 e 2

Passo 2: segure as patas traseiras com a outra mão para garantir que o gato não arranhe você.

Passo 3: ainda segurando o gato, posicione-o sobre a mesa com o lado ferido para cima.

Passo 4: puxe a pele do pescoço para frente e puxe para trás as patas traseiras com cuidado, esticando, de maneira firme, o gato.

Passo 5: deixe que o ajudante preste os primeiros socorros.

Se você estiver sozinho para capturar o gato ferido, seja extremamente cuidadoso e siga as dicas a seguir.

Passo 1: agarre o gato pela pele na parte atrás do pescoço do animal.

Passo 2: erga o gato e coloque o peito dele sobre uma mesa ou outra superfície elevada.

Passo 3: se o gato não ficar parado, coloque-o em uma caixa grande e aberta.

Passo 4: preste os primeiros socorros ao gato ferido.

Capturando um gato não cooperador

Mesmo que um gato seja normalmente dócil, você deve estar preparado para lidar com algumas dificuldades. Confira a seguir algumas técnicas que irão ajudar você a manter o controle da situação.

Método 1

Você deve aplicar este método quando tiver mais alguém para ajudar você.

Passo 1: coloque um cobertor ou uma toalha sobre o gato.

Passo 2: cubra o gato inteiro com a toalha ou com o cobertor.

Deixe exposta apenas a área ferida, deixando o restante do corpo do gato coberto.
2006 Publications International, Ltd.
Método 1, Passo 3 (neste exemplo,
o gato tem um ferimento na cabeça)

Passo 3: exponha apenas a área ferida, mantendo o resto do corpo do gato coberto.

Passo 4: deixe que seu ajudante preste os primeiros socorros. Se o gato ainda estiver muito agressivo, leve-o ao veterinário – mesmo sem prestar os primeiros socorros – ainda envolto no cobertor ou toalha.

Método 2

Você deve aplicar este método quando não tiver ninguém para ajudar você.

Passo 1: coloque um cobertor ou uma toalha sobre o gato.

Passo 2: cubra o gato todo com um cobertor ou com uma toalha.

Passo 3: amarre as pontas da toalha ou do cobertor com uma corda para formar um saco ou coloque o gato dentro de uma caixa fechada.

Passo 4: não tente tratar o ferimento do gato. Leve o gato ao veterinário.

Publications International, Ltd. http://casa.hsw.uol.com.br/como-prender-um-gato.htm

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Seu gato e seu sofá: juntos e felizes para sempre!

Esta é uma pergunta frequente que tenho recebido em minhas consultorias comportamentais de felinos: como fazer com que o gato não arranhe o seu sofá.

gato arranhando sofa petrede Seu gato e seu sofá: juntos e felizes para sempre!

Muitos gatinhos acabam arranhando os móveis da casa justamente por não terem um objeto próprio.

Primeiro precisamos entender que o ato de arranhar é absolutamente natural. O filhote começa aarranhar apenas a partir dos 3 meses de idade, aproximadamente. O gato arranha por vários motivos: demarcação de território, para afiar e/ou retirar as partes mortas das unhas, como forma de se espreguiçar, alongar-se. Não significa que o gato é estressado, agressivo ou nervoso, como muitos dizem.

Há uma tendência cultural dos proprietários de pets preocuparem-se – na maioria das vezes – somente com o passatempo dos cães, comprando brinquedos, etc. Mas e os gatos? Eles também precisam de atividade e de ao menos um arranhador.

Antes de tudo é preciso levar em consideração o porte e o estilo de vida do seu gato para comprar o modelo que melhor se adequa. Hoje podemos encontrar várias opções: com torres maiores, menores, tipo “castelinho”, com rede, com pelúcia, de sisal, etc.

Portanto se você tem um bebê gato em casa, o ideal é já ir pensando em um bom arranhador, mesmo que ele ainda não tenha 3 meses, como forma de familiarizá-lo com aquele objeto em casa.

gato garras arranhando sofa afiando unhas petrede Seu gato e seu sofá: juntos e felizes para sempre!

E não basta apenas comprar o arranhador e colocá-lo em um cantinho qualquer. Quando chegar com o brinquedo, mostre-o ao seu gato, chame-o para brincar. Coloque em um lugar acessível. Com o tempo, pode ser que você mude o objeto de lugar. Vá experimentando.

Mas caso seu gato já seja adulto, recomendo, em um período inicial, restringir o acesso dele ao seu sofá, até que ele esteja adaptado ao arranhador. Uma boa idéia é colocar o arranhador próximo ao sofá, borrifar ou esfregar um pouco de erva-do-gato como atrativo. Premie o seu gato com um carinho ou um petisco que ele goste muito, cada vez que ele arranhar no lugar certo. A adaptação pode levar algum tempo. Não desista!

E lembre-se, ao condicionar um gato tenha em mente estas 3 palavras: paciência, perseverança e serenidade.

Boa sorte!

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/

Valéria Zukauskas

Etologia Felina – Professora e Cat Groomer, é formada em exatas e profissional do mercado pet há quase 10 anos. Idealizadora e proprietária do Centro Estético Peludos & Charmosos e de um blog homônimo sobre comportamento e Estética Felina. Membro do Clube Brasileiro do Gato desde 2006, acumulando títulos nos rankings de Gato do Ano na Categoria Neutros em 2008, 2009 e 2010. Professora de Estética Pet no Instituto Polígono de Ensino de São Bernardo do Campo, no curso Técnico em Veterinária. Palestrante, estudante, observadora e consultora de comportamento de felinos domésticos.

Twitter: @zukauskas

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Entenda como é possível um gato e um peixe se tornarem melhores amigos

Veterinária explica a boa convivência entre gato e peixe, por exemplo

Será que é possível explicar uma amizade entre animais tão diferentes? Em primeiro lugar, os dois bichos têm que concordar com essa convivência.

Eles podem se aproximar por curiosidade ou por pura conveniência, afinal, animais que moram juntos precisam estabelecer uma boa relação para viverem no mesmo ambiente.

O comportamento amigável também pode estar ligado aos sentimentos que os animais possuem. Esta relação pode se desenvolver por causa da necessidade de afeto.

Os veterinários lembram que a relação deve ser estabelecida pouco a pouco e sempre com muito incentivo da parte do dono.

Assista ao vídeo e conheça histórias de convivências harmônicas entre cães e gatos, felinos e peixes e macacos e tigres.

Fonte: http://entretenimento.r7.com/

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Vermífugo Proibido Para Gatos

IvomecLabel.jpg

Bom, se você tem gatos é bom saber que existe um vermífugo que não se deve dar para o seu gato. Ele se chama IVOMEC ou IVERMECTINA.

Esse é um remédio para bovinos e outros animais de grande porte para tratamento de parasitas que é usado para tratamento de vermes, problemas de pele ou de ouvido em cachorros, e as vezes em gatos. Muitos veterinários estão acostumados com cachorros e acabam receitando isso para os gatos de forma equivocada.

A Ivermectina só pode ser usada em gatos se for para uso tópico e se fosse eu, pesquisaria a respeito. Não use nem deixe ninguém administrar IVERMECTINA no seu gato por via oral ou subcutânea. Não deixe porque existe grande possibilidade do gato morrer.

Essa substância atua no sistema nervoso e paralisa incluvise o sistema involuntário do animal. Isso significa que ele pode parar de respirar.

Isso aconteceu conosco 2 anos atrás. Foi uma dosagem muito controlada, mas os gatos eram filhotes e a veterinária aplicou o procedimento padrão da veterinária chefe da clínica. Gatos não são cachorros. Não era o certo a se fazer.

Em nosso caso, foi uma aplicação subcutânea (em baixo da pele) e em poucas horas um gato estava inconsciente e os outros três estava muito grogues, cambaleando e começando a parar. Um deles era mais velho e não teve muitos problemas, se recuperou em dois dias. Os outros três tiveram problemas graves, ficaram respirando com ajuda de oxigênio por 24 horas. Dois sobreviveram e se recuperam completamente em 5 dias. Um deles morreu de insuficiência respiratória. Era difícil entubar pelo tamanho dele. O oxigência tinha que ficar na entrada do narina.

Fizemos muitas pesquisas naquela época, inclusive em textos médicos em inglês para tentarmos um tratamento. Ninguém sabia o que fazer. E aprendemos muita coisa. Tiramos dúvidas com os veterinários, que nos pediram desculpas pelo erro no procedimento, mas o estrago estava feito. Nos EUA esta substância é PROIBIDA para FELINOS. PROIBIDA!

Os gatos são muito sensíveis ao medicamento e algumas poucas espécies de cães também. Só se recomenda essa substância para gatos em caso de verme do coração e com dozagem extremamente controlada. SOMENTE PARA GOTOS ADULTOS.

Como tratar o envenetamento por Ivermectina?

Se a ingestão for pela boca (via oral), o veterinário deve administrar carvão ativado para o animal nas primeiras horas. A absorção da substância é rápida, então quanto mais rápido você chegar ao veterinário, melhor.

Se a aplicação for via injeção por baixo da pele, aí o problema é sério. Porque a absorção é lenta e não há tratamento. Não me lembro de tudo porque fazem 2 anos que pesquisei, mas se não me engano, leva até 24 horas para absorver tudo. Nesse período, você deve deixar o gato bem alimentado e hidratado. Porque isso ajuda a diluir a substância. Começe a alimentação o quanto antes. Matenha o estomago com comida, mesmo que seja via sonda (o veterinário sabe como fazer). Se ele der a impressão que não consegue se mexer, está muito grogue, significa que existe grande chance dele entrar em coma ou algo assim. Leve para o veterinário e mande entubar. Ele vai precisar de respiração artificial.

Me lembro que na época, li relatos de pessoas falando que perderam seus animais, inclusive cachorros por tratamentos prolongados com essa substância. Você não precisa acreditar no que está escrito aqui, por isso faça mais pesquisas. Existem bons veterinários e péssimos veterinários. Isso serve para qualquer profissão.

Evite vermífugos para gatos muito novos (1 mês), porque a morte dos vermes pode intoxicar o gato também. (Isso foi um veterinário que me falou, eu não pesquisei).

A Ivermectina usada POR CIMA da pele do gato para tratar algumas doenças de pele e não dentro do animal, parece que não causa problemas.

http://cozinhaveg.blogspot.com/2010/04/vermifugo-proibido-para-gatos.html

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